Cinco estações do Metrô de São Paulo concentram quase a metade das ocorrências policiais.
Segundo dados do Departamento de Segurança do Metrô, as estações Sé, Barra Funda, Tatuapé, República e Paraíso são consideradas as mais perigosas para os passageiros. Casos de furtos e roubos representam quase 48% dos registros.
A Estação Sé é a campeã das ocorrências com 18% do total, seguida por Barra Funda, 9%; Tatuapé, 7%; República, 5% e Paraíso, 3%. Nessas estações circulam diariamente cerca de 3,3 milhões de passageiros.
A maioria das estações “perigosas” estão localizadas na região central de São Paulo. De acordo com o chefe da Segurança do Metrô, José Luiz Bastas, “os problemas da rua acabam migrando para o sistema (do Metrô)”.
Duas formas que o Metrô encontrou para evitar os assaltos das bilheterias foram a blindagem e a instalação de diversas camêras ligadas a uma central. Muitos seguranças, identificados pelos uniformes pretos, ficam esparramados em locais estratégicos das estações. Quando acionados, eles tentam capturar os bandidos. Até o final deste ano, o Metrô deve investir R$ 20 milhões em segurança.
Apesar do Metrô não ser tão seguro para os passageiros, ele é um excelente meio de transporte: não polui, é rápido e transporta muita gente de um lugar para o outro. Acho que o preço de R$ 2,40 é justo.
O Governo de São Paulo tem que melhorar a segurança e ao mesmo tempo construir mais linhas, a fim de facilitar a mobilidade das pessoas.
Saiba mais:
As cinco estações mais perigosas do metrô de SP
(Lielson Tiozzo)