Feeds:
Posts
Comentários

Archive for the ‘Greve’ Category

A Polícia Civil de São Paulo iniciou na última terça-feira,16, uma paralisação para reivindicar aumento salarial de 15% para este ano e de 12% para 2009 e 2010.

De acordo com o Comando de Greve da Polícia, 80% dos distritos da Grande São Paulo aderiram à greve. No interior a adesão chega a 100%. Mas segundo o governo do Estado, na capital paulistana apenas 30% dos distritos estão paralisados. E no interior menos de 40%. (Dados da Secretaria de Segurança Pública)

A partir de segunda-feira,22, as lideranças do movimento dizem que irão seguir o governador José Serra para pressioná-lo a fazer um acordo. Já que para a Associação dos Delegados de Polícia do estado de São Paulo (Adpesp), até agora o governo não fez nenhum esforço para tentar chegar a um acordo com o movimento.

Punição aos grevistas

Na última sexta-feira, 19, o Secretário de Segurança Pública, Ronaldo Marzagão, disse que os policiais que aderirem à greve serão punidos com descontos nos salários.

Ele também determinou que a Polícia Militar deveria fazer os Boletins de Ocorrência e encaminhar à Promotoria Pública, em caso de dificuldades de registrar as ocorrências nos distritos da Polícia Civil.

Na sexta-feira foram feitos 139 boletins, ontem(sábado) foram realizados 23 ocorrências no estado todo, pela PM.

Em agosto

No dia 13 de agosto, a polícia entrou em estado de greve, permanecendo por sete horas paralisada. Além dos aumentos salarias, também reivindicam a eleição direta para delegado-geral.

Saiba mais sobre a paralisação do dia 13, aqui.

Mais sobre a greve:

Greve da Polícia Civil de SP chega ao 6º dia com 80% de adesão, segundo movimento

Com greve, PM registra 23 boletins de ocorrência em São Paulo

(Paola Peres)

Anúncios

Read Full Post »

A Greve da Polícia Civil do Estado de São Paulo acabou adiada para a semana que vem.

Em reunião realizada no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 2ª região, na tarde desta quarta-feira, representantes de sindicatos e associações da categoria e do governo estadual se reconciliaram.

 O governo do Estado terá uma semana para apresentar um índice de correção salarial que atenda às reivindicações. 

Uma nova paralisação não foi totalmente descartada, caso haja desatenção do Governo.

Os líderes sindicais afirmaram que a adesão da greve iniciada nesta quarta-feira foi “satisfatória”. Contudo, a polícia civil teve que atender à ordem judicial do Ministério do Trabalho, mantendo 80% do efetivo em ação.

Entenda o caso:

Polícia Civil de São Paulo entra em greve

Saiba mais:

Policiais e delegados de SP decidem suspender greve por uma semana

(Lielson Tiozzo)

Read Full Post »

A Polícia Civil do Estado de São Paulo entrou em greve a partir das 8h desta quarta-feira, 13. Policiais, delegados, escrivães e peritos decidiram cruzar os braços, para que as reivindicações feitas ao Governo sejam atendidas.

Na pauta das reivindicações está a participação da categoria nos estudos do projeto de reestruturação da Polícia Civil, cumprimento da data-base, transformação de vencimentos em subsídios, valorização da carreira, com aumentos salariais que variam de 58% a 200%, plano de carreira viável e fixação de carga horária semanal.

Uma das principais cobranças é a implementação da aposentadoria especial, o que dá direito ao profissional de se aposentar com 20 anos de trabalho na corporação, mesmo que os outros 10 anos tenham sido em outra profissão.

A Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (ADPESP) alega que um delegado em início de carreira recebe hoje R$ 3.708, incluindo gratificações.   Já em outros Estados, para exercer a mesma função o salário é mais alto.  É o caso de Brasília, que chegaria a  pagar R$ 10 mil, e do Mato Grosso, que paga R$ 8 mil.

Já os policiais afirmam que não têm reajustes significativos nos salários há 13 anos e que a defasagem chega a 200%.     

A ADPESP convocou, por meio de seu site oficial, todos os delegados para participar da greve.  Eles se reuniram na sede

O Governo do Estado está disposto a iniciar as negociações, atendendo as reivindicações. 

No entanto, a Secretaria de Gestão Pública considerou as “reivindicações irrealistas e impertinentes”. Segundo a secretária, os gastos com as reivindicações mais do que dobrariam a atual folha de pagamento da Secretaria de Segurança Pública, atualmente na ordem de R$ 7 bilhões.

Ordem judicial

O Ministério Público do Trabalho da 2ª Região, por meio da desembargadora Dora Vaz Treviño, deferiu uma liminar à Polícia Civil de São Paulo nesta quarta-feira.  A ordem é para que 80% do efetivo seja mantido em serviço e que não haja “interrupção total de qualquer atividade”.

Caso houver descumprimento da ordem, será aplicada uma multa diária de R$ 200 mil, “a ser revertida em favor dos hospitais universitários da Capital Paulista, que atendam gratuitamente a população”.

Saiba mais:

Policiais civis de SP iniciam greve em todo o Estado hoje

Polícia Civil de SP entra em greve por tempo indeterminado

ADPESP

(Lielson Tiozzo)

Read Full Post »

Ao contrário das últimas greves acontecidas no Brasil, a greve dos aeroportuários durou menos de vinte e quatro horas. Os funcionários da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária  (Infraero) decidiram interromper a paralisação, iniciada à 0h, no começo da tarde da mesma quarta-feira, 30.

Os aeroportos de São Paulo, como Cumbica, Congonhas e Campo de Marte, além de Viracopos, em Campinas, Galeão, no Rio de Janeiro, e Confins, em Minas Gerais, por exemplo, já operavam normalmente na tarde de ontem.

Segundo o Sindicato Nacional dos Aeroportuários (Sina), a contraproposta feita pela Infraero foi suficiente para satisfazer os manifestantes, que se reuniram em várias assembléias espalhadas pelo País.

A Infraero ofereceu reajuste salarial de 5,5%, vale-refeição de R$ 24,00 e pagamento de participação nos lucros. A maior reivindicação dos manifestantes, a  implantação de um Plano de Cargos e Salários, também foi incluída no pacote.

Os aeroportuários queriam reajuste de 6%, além de aumento de 5,2%, correspondente ao crescimento do setor aéreo no País, e revisão do valor do tíquete alimentação, de R$ 22,00 para R$ 25,00. 

Segundo os reponsáveis pelo tráfego aéreo, a greve não causou grandes transtornos nos aeroportos brasileiros.

Já era de se imaginar que duraria pouco. Quando uma greve começa, ela surge de um dia para o outro, não demora quase uma semana. Foi tempo suficiente para a Infraero se organizar e fazer uma contraproposta boa para os dois lados. Pelo menos assim a população e os usuários de aeroportos esperam.

Saiba mais:

Aeroportuários encerram greve

Para aeroportuários, greve é ‘dada como encerrada’

(Lielson Tiozzo)

Read Full Post »

A moda aqui no Blog das Cidades agora é de falar de aeroporto. Mas temos motivo. Isso porque os aeroportuários decidiram em assembléia realizada nessa quinta-feira, 24, em Brasília, entrar em greve a partir da próxima quarta-feira, 30. Apenas um número suficiente de funcionários irá trabalhar para garantir o funcionamento e a segurança dos aeroportos.

Nem todos os aeroportos aderiram à greve. No entanto, os mais movimentados como Galeão (RJ), Guarulhos (SP), Campinas (SP) e Congonhas (SP), entre outros, estão incluídos na lista dos que vão participar da manifestação.

Por meio do presidente do Sindicato Nacional dos Aeroportuários (Sina), Francisco Lemos, os aeroportuários reivindicam a troca de toda diretoria da Empresa Brasileira de infra-estrutura Aeroportuária (Infraero), além de cobrar um aumento salarial e reajuste do vale-alimentação e bônus de Natal.

O sindicato também quer que os diretores da Infraero que têm contratos especiais sejam substituídos por servidores de carreira da estatal.

A contraproposta feita pela Infraero foi rejeitada pelos aeroportuários. Eles alegam que não há garantias de que a empresa irá cumprir com as promessas.

É interessante este Brasil. A democracia dá direito aos trabalhadores, mas agora tudo vai entrando em greve e a população fica à mercê, de braços cruzados e só assistindo.

É professor que entra em greve e prejudica o trânsito e a paz de quem mora no Centro de São Paulo, é o Correio que pára de funcionar e muita gente ficou com as contas atrasadas. E agora imagime como vai ficar o caos aéreo que parecia ter dado uma trégua.

Saiba mais:

Aeroportuários decidem entrar em greve a partir de quarta

Funcionários da Infraero decidem entrar em greve a partir da próxima quarta-feira

(Lielson Tiozzo)

Read Full Post »

Terminou nessa segunda-feira, 21, a greve dos Correios, que durou 21 dias. A proposta negociada no sábado entre grevistas, a direção da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) e o ministro das Comunicações, Hélio Costa, foi aprovada pelos sindicatos, reunidos em assembléias em todo o País.

A paralisação causou um grande atraso na entrega de correspondências. Até a noite dessa segunda, 130 milhões de cartas, boletos de cobrança e pacotes ainda não tinham chegado ao destinatário.

Segundo o secretário-geral da Federação Nacional dos Trabalhadores em Correios (Fentect), Manoel Cantoara,  a entrega será normalizada em 14 dias.

Os grevistas reivindicaram e foram atendidos. No sábado, a ECT decidiu estabelecer o pagamento definitivo de abono de 30% sobre o salário base para 43 mil carteiros da distribuição e coleta externa.

Está previsto também o pagamento de um adicional fixo de R$ 260,00 mensais para outros 16 mil funcionários, incluindo motoristas e atendentes de agências dos Correios. Não haverá desconto nos vencimentos por conta dos dias de paralisação.

Quem pretendia mandar uma simples cartinha nos últimos 21 dias teve que se contentar com o e-mail.  Mas o romantismo do papel não tem comparação. E quem tinha que pagar contas ou esperava a entrega de produtos?

A greve foi ´boa´ para os carteiros e funcionários dos Correios, mas para a população, de modo geral, não.

Como diria Vicente Matheus, folclórico ex-presidente do Corinthians, “esse problema é uma faca de dois legumes”.

Confiram o relato do nosso amigo Alexandre Carvalho, no blog Cotidiano Nacional, sobre a greve dos Correios no post: Termina a greve dos correios

Saiba mais:

Após 21 dias, greve dos Correios chega ao fim

Federação confirma fim da greve dos Correios

(Lielson Tiozzo)

Read Full Post »

Os professores da rede estadual de ensino decidiram manter a greve iniciada em 13 de junho. Nesta sexta-feira, 27, a manifestação começou no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista, e se estendeu até a Rua da Consolação com destino à Praça da República, no Centro da capital paulista.

Até às 18h o trânsito em São Paulo registrava 162 km de lentidão, segundo levantamento da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).

Com dois carros de som e vários cartazes, os professores protestaram contra o governador José Serra (PSDB). Eles querem que Serra revogue o decreto 53.037/08 que altera remoções, substituições e contratações temporárias da categoria.

Os professores também pleiteiam a incorporação das gratificações aos salários e que o piso seja reajustado com base em índice calculado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), que prevê um salário mínimo de R$ 2.000.

O manifesto desta sexta-feira foi o terceiro em menos de 15 dias. O detalhe é que a partir da primeira assembléia da categoria (aquela que definiu a greve) na sexta 13, as outras sextas 20 e 27 também foram escolhidas para fazer a manifestação.

Apesar de ser um protesto contra o governo de José Serra, não é de se causar estranhamento se essa greve não tem influência do partido representado por uma estrela vermelha. Vale lembrar que estamos em época de eleição para prefeitos e a guerra de partidos (ainda mais dos dois que comandam este País) está aberta.

Os professores podem reivindicar, é um direito deles. Eles são mal tratados por alunos violentos, ganham mal e muitas vezes não têm preparo suficiente. E tudo por culpa do governo, é verdade.

Mas a escolha pelas sextas-feiras, justamente quando o trânsito em São Paulo é caótico, devia ser revista.

Essas manifestações, até agora, não estão servindo para nada, a não ser complicar a vida de quem principalmente mora no Centro.

Saiba mais:

Em greve, professores bloqueiam totalmente a Avenida Paulista

Com manifestação de professores, SP tem 162 km de lentidão

(Lielson Tiozzo)

Read Full Post »