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Archive for the ‘Transportes’ Category

O Dia Mundial Sem Carro foi criado em Paris, capital da França, no dia 22 de setembro de 1997. No Brasil, a data é comemorada desde 2001. À época, 11 cidades do País aderiram ao evento: Porto Alegre, Caxias do Sul e Pelotas (RS); Piracicaba (SP); Vitória (ES); Belém (PA); Cuiabá (MT), Goiânia (GO);Belo Horizonte (MG); Joinville (SC); São Luís (MA).

A data surgiu da preocupação de países europeus com o comprometimento da qualidade de vida e os problemas ambientais gerados pelo crescimento da utilização de automóveis.  Algo muito comum não só países ricos, como também nos considerados emergentes, caso do Brasil.

Contudo, neste ano, o Dia Mundial Sem Carro não teve grande adesão em São Paulo,onde a iniciativa é realizada desde 2005, sob a coordenação da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente.

Segundo os registros da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), o congestionamento na manhã desta segunda-feira, 22, teve números pouco inferiores do que um dia “normal”.

Às 8h, a cidade acumulava 79 km de lentidão. No mesmo horário e na segunda-feira da semana passada, o trânsito era de 100 km. 

As linhas de metrô, de trêm e de ônibus, as principais alternativas para os paulistanos, permaneceram cheias, como de costume.

Em pesquisa realizada pelo Ibope, os entrevistados contaram que só deixariam de usar seus carros se houvesse uma “boa alternativa de transporte público”.

Políticos

Os candidatos à prefeitura da capital aproveitaram o dia para participar do encontro de discussão sobre o trânsito e o transporte promovido pelo Movimento Nossa São Paulo, no centro.

Marta Suplicy (PT), Geraldo Alckim (PSDB) e Gilberto Kassab (DEM), os três que lideram as pesquisas de intenção de voto, foram ao encontro de ônibus. 

À jornalistas, os três candidatos prometeram investir no transporte público. Mais corredores e melhoras no sistema do bilhete-único foram as principais promessas. 

Saiba mais:

Candidatos de SP aderem ao Dia Mundial Sem Carro

SP tem trânsito abaixo da média no Dia Mundial Sem Carro

(Lielson Tiozzo)

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A Secretaria Municipal de Transportes de São Paulo estuda reduzir o número de ônibus que circula pela Avenida Paulista, no centro da capital. Em pesquisa, o órgão constatou que a via recebe 280 ônibus por hora nos horários de pico, o que atrapalha o trânsito no local. 

O objetivo da Secretaria é tentar reduzir para 230 ônibus nos horários de pico. No entanto, o secretário municipal de Transportes, Alexandre de Moras, acredita que a nova meta só poderá ser estabelecida assim que outras pesquisas forem feitas na avenida.

As linhas que possuem menos demanda na avenida correm risco de serem cortadas, ou terem a trajetória desviada.

Mais mudanças…

A prefeitura anunciou nesta terça-feira, 5, mais alterações nos corredores de ônibus da capital.  As novas medidas serão adotadas no corredor da Av.Rebouças, junto com o cruzamento da Faria Lima.

Com a mudança, o embarque e desembarque de passageiros poderão ser feitos de ambos os lados do coletivo. Atualmente o embarque e desembarque são feitos apenas em um dos lados, com o novo projeto as pessoas poderão se movimentar pelos dois lados da parada.

…e mais obras

Além destas novas medidas, a prefeitura também anunciou mais oito obras para tentar melhorar o trânsito da cidade. Mas elas só devem começar em novembro e custarão R$8,1 milhões. Assim o governo espera melhorar a circulação dos ônibus, aumentando em 10% a velocidade média nos corredores.

Além do corredor da Avenida Rebouças, as outras obras são:

1 – Reforma da parada Juscelino Kubitschek do corredor Santo Amaro, na Zona Sul de SP, para melhorar a fluidez dos ônibus que se separam com destino às avenidas São Gabriel, Brigadeiro Luis Antônio e para o bairro do Itaim-Bibi. O ponto de ônibus atende cerca de 505 mil passageiros que circulam em 40 linhas; 

2 – Implantação de duas plataformas na parada Jorge de Lima x Vital Brasil, na Zona Oeste, para agilizar o embarque e desembarque. Passam 52 linhas por esse corredor e 480 mil passageiros por dia; 

3 – Implantação de faixa que permita ultrapassagem na parada Petrônio Portela; 

4 – Construção de nova parada na Avenida Robert Kennedy, entre a Praça Nicolau Aranha Pacheco e Rua Porto Artur, na Zona Sul;

5 – Serão feitas obras para liberar o acesso ao Terminal Cachoeirinha, na Zona Norte, a partir da Avenida Deputado Emílio Carlos. Também será construída uma área para parada de ônibus na Avenida Deputado Emílio Carlos por causa de uma nova escola que será instalada na região; 

6 – Obras na nova parada da Avenida Carvalho Pinto para melhorar o desempenho operacional do Terminal Penha. Com duas novas paradas, os passageiros não precisarão ir até o Terminal para fazer algumas baldeações; 

7 – Ampliações de plataforma no terminal A.E Carvalho, na Zona Leste, com instalação de abrigos para mais conforto dos passageiros e maior agilidade no embarque e desembarque; 

8 – Ampliação da plataforma externa do Terminal Jardim Ângela, na Zona Sul, e inclusão de uma nova plataforma para embarque e desembarque de passageiros no mesmo terminal.

Saiba mais:

Pontos de ônibus da Rebouças terão mudanças

Avenida Paulista pode ter redução no número de linhas de ônibus

(Lielson Tiozzo e Paola Peres)

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A Copa do Mundo de 2014 está confirmada para o Brasil desde o ano passado. Nos bastidores, várias entidades envolvindas e interessadas no evento já começaram a se preparar. Uma delas é a Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag), que por meio do presidente Rui Thomaz de Aquino, pediu nessa quarta-feira, 24, a construção de mais um aeroporto em São Paulo.

A cidade já conta com o Aeroporto de Congonhas, localizado na Zonal Sul, e Cumbica, que se encontra em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo.

Segundo Rui, os aeroportos brasileiros, em geral, não terão condições de receber os cerca de 500 mil turistas esperados para a Copa. Cada um dos torcedores irá fazer pelo menos quatro viagens de um Estado para o outro, o que deve dobrar o número de passageiros de avião no País. 

Além da construção de mais um aeroporto em São Paulo, a Abag prevê a reforma do Aeroporto Internacional de Guarulhos e Tom Jobim, no Rio de Janeiro. Estes são as duas principais portas de entrada dos estrangeiros para o Brasil.

Vira Copos, em Campinas, Confins, em Belo Horizonte, e Presidente Juscelino Kubitschek, de Brasília, também passarão por ajustes.

Desde o acidente da TAM, no ano passado, fala-se na construção de mais um Aeroporto em São Paulo. Congonhas recebeu inúmeras críticas e não foi desativado porque as empresas aéreas teriam um prejuízo enorme, além de outros motivos.

Vou ficar em cima do muro desta vez. Porque acho interessante por um lado e ruim pelo outro.

Interessante porque São Paulo precisa mesmo de um aeroporto digno de sua população e grandeza. E ruim pelo fato de que o dinheiro gasto na construção de uma obra desse porte poderia ser investido na educação e na saúde, que são muito mais importantes.

Saiba mais:

Entidade defende construção de terceiro aeroporto em SP para Copa de 2014

(Lielson Tiozzo)

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A Prefeitura de São Paulo anunciou nessa quinta-feira, 17, a ampliação da validade do Bilhete Único de duas para três horas a partir do próximo dia 28.

O comunicado foi feito através de um e-mail da assessoria do prefeito Gilberto Kassab (DEM), já que ele é candidato na próxima eleição e pelas regras eleitorais está impossibilitado de fazer “promoção pessoal”.

Segundo dados da Prefeitura, cerca de 6 milhões de paulistanos utilizam o Bilhete Único para se locomover.

Novas regras

Com a nova duração, o usuário do Bilhete Único poderá fazer até quatro viagens, desembolçando R$ 2,30, dentro do período de três horas. Os Bilhetes de Estudante e de Trabalhador não se encaixam no período de três horas.

A prefeitura vai gastar R$ 80 milhões por ano para cobrir com subsídios o gasto que as empresas de transporte terão ao ceder uma hora a mais aos usuários do Bilhete Único. 

“Propaganda política?” 

O prefeito Gilberto Kassab foi impedido de anunciar a novidade para evitar sua “promossão pessoal”, mas não escapou das perguntas durante a sua visita ao Terminal Varginha, na Zona Sul. 

Kassab negou que a nova validade do Bilhete Único seja uma forma de cativar os eleitores. 

“Não é. Porque senão diria que é populista combater as fraudes. Essas medidas são possíveis graças à ação da Prefeitura no sentido de economizar recursos”, comentou o prefeito e candidato.

Segundo Kassab, as despesas da Prefeitura com a nova medida serão cobertas com economia estimada por ele em R$ 120 milhões por ano no combate a fraudes com o Bilhete Único.

Concorrentes reclamam

Apesar das negativas, Kassab foi alvo de críticas e da desconfiança de seus principais concorrentes na eleição para assumir a Prefeitura.

A candidata do PT, Marta Suplicy, não reprovou a medida, mas deu ‘indiretas’.

“Não precisava chegar tão perto da eleição para incrementar o Bilhete Único”, disse a petista, durante visitas a comunidades da Zona Sul. “Há bastante tempo o povo de Parelheiros e de outras regiões distantes está penando porque o Bilhete não dura o tempo necessário”.

Já Geraldo Alckmim, do PSDB, foi mais ponderado ao comentar sobre o assunto. “Cabe ao povo julgar se houve intenção eleitoreira. A população tem já uma opinião formada. Isso não trará nenhuma mudança do ponto de vista eleitoral.”

Minha opinião? Não interessa se foi ou não propaganda eleitoral. Para o ‘povão’, o que interessa é uma horinha a mais no Bilhete Único e o resto é conversa fiada.

Saiba mais:

Prefeitura de São Paulo amplia validade do Bilhete Único para três horas

Marta critica ampliação do bilhete único antes da eleição

(Lielson Tiozzo)

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O novo diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Bernado Figueiredo, tomou posse nessa terça-feira, 15, em Brasília (DF). Em seu primeiro discurso, ele afirmou que o projeto de construção da linha de trem-bala entre os Estados de São Paulo e Rio de Janeiro precisará da ajuda financeira do Governo.  O investimento previsto é de R$ 11 bilhões.

A aplicação financeira das empresas interessadas na licitação da obra não deve ser o suficiente. Segundo Figueiredo, a ajuda do Governo é comum em países que possuem linhas de trem-bala.

“Se você pegar as experiências do mundo, todas essas construções tiveram uma participação forte do governo. Provavelmente nós não teremos a primazia de ser diferentes do mundo”, comentou.

As avaliações econômico-financeiras do projeto devem ser concluídas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES) até outubro. Em agosto, será feita uma audiência pública com empresas e especialistas para definir o traçado da obra. 

O leilão para as empresas interessadas na licitação do projeto será entre fevereiro e março do ano que vem. Em abril deste ano, o Secretário de Transportes do Rio de Janeiro, Júlio Lopes, disse, em tom pessimista, que o trem-bala brasileiro não ficará pronto antes da Copa do Mundo de 2014, já confirmada pela FIFA para o Brasil.

Pelos projetos iniciais, o percurso do trem será de 550 km. A linha ligará as Estações Central do Brasil, no Rio, e Luz, em São Paulo, e se estender até Campinas, a 90 km da capital paulista.  O tempo médio do trajeto deve ser de 104 minutos, sendo que SP-RJ seria de 80 minutos, a uma velocidade média de 320 km/h.

Tomara que o Brasil tenha esta linha de trem-bala. O fluxo de pessoas de São Paulo para o Rio e do Rio para São Paulo é muito grande. Certamente haverão muitos passageiros. E pelo lado do comércio, a concorrência entre trem, ônibus e avião só fará bem para os consumidores.

Espero que o preço seja acessível. Ouvi dizer que será bem caro, mas seria uma boa ter um preço intermediário. Ou seja, mais barato que a passagem de avião e um pouco mais caro que a de ônibus.

E também torço para que fique pronto antes da Copa de 2014. Viajar de SP para o RJ em 1 hora e 20 minutos facilitará, e muito, a vida de quem vai a trabalho ou, no caso do futebol, se divertir nos Estádios alheios.

Saiba mais:

Licitação de trem-bala deve ficar para 2009

Trem-bala entre Rio e SP precisa de dinheiro público, diz diretor da ANTT

Projeto de trem-bala promete RJ-SP em 80 minutos

(Lielson Tiozzo)

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Cinco estações do Metrô de São Paulo concentram quase a metade das ocorrências policiais.

Segundo dados do Departamento de Segurança do Metrô, as estações Sé, Barra Funda, Tatuapé, República e Paraíso são consideradas as mais perigosas para os passageiros. Casos de furtos e roubos representam quase 48% dos registros.

A Estação Sé é a campeã das ocorrências com 18% do total, seguida por Barra Funda, 9%; Tatuapé, 7%; República, 5% e Paraíso, 3%. Nessas estações circulam diariamente cerca de 3,3 milhões de passageiros.

A maioria das estações “perigosas” estão localizadas na região central de São Paulo. De acordo com o chefe da Segurança do Metrô, José Luiz Bastas, “os problemas da rua acabam migrando para o sistema (do Metrô)”.

Duas formas que o Metrô encontrou para evitar os assaltos das bilheterias foram a blindagem e a instalação de diversas camêras ligadas a uma central. Muitos seguranças, identificados pelos uniformes pretos, ficam esparramados em locais estratégicos das estações. Quando acionados, eles tentam capturar os bandidos. Até o final deste ano, o Metrô deve investir R$ 20 milhões em segurança.

Apesar do Metrô não ser tão seguro para os passageiros, ele é um excelente meio de transporte: não polui, é rápido e transporta muita gente de um lugar para o outro. Acho que o preço de R$ 2,40 é justo.

O Governo de São Paulo tem que melhorar a segurança e ao mesmo tempo construir mais linhas, a fim de facilitar a mobilidade das pessoas.

Saiba mais:

As cinco estações mais perigosas do metrô de SP

(Lielson Tiozzo)

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Viajar pelo Estado de São Paulo ficou mais caro a partir desta terça-feira, 1. Os motoristas que se deslocarem para o litoral ou interior terão que desembolçar, em média, 11,52% a mais nos pedágios das Rodovias administradas pela iniciativa privada.

Já nas rodovias controladas pela Dersa Desenvolvimento Rodoviário e pelo Departamento de Estradas e Rodagem (DER), o aumento determinado pelo Índice de Preços do Consumidor Amplo (IPCA) do IBGE é de 5,57% a 6,52% . É o caso das Rodovias Ayrton Senna, Dom Pedro I, Carvalho Pinto, Raposo Tavares, Marechal Rondon e Miguel Melhado Campos.

A viagem de São Paulo para Santos, por exemplo, pela Rodovia Anchieta custará R$ 17 no pedágio de Riacho Grande. É o mesmo valor da Rodovia dos Imigrantes. Ambas estradas estão sob concessão da empresa Ecovias.

A Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp) explica que o reajuste é aplicado sobre a tarifa quilométrica dos pedágios, base tarifária igual para todas as rodovias concedidas do Estado, menos o Rodoanel, que varia de acordo com o tipo de pista.

Cada praça de pedágio efetua a cobrança de um determinado trecho rodoviário (em quilômetros) denominado Trecho de Cobertura do Pedágio (TCP) que é multiplicado pelo valor da tarifa quilométrica.

Passagem de Ônibus

O aumento na taxa cobrada nos pedágios também afetará no preço das passagens de ônibus, que agora estão mais caras. A Agência Nacional dos Transportes Terrestres (ANTT) autorizou as empresas que operam nas rodovias paulistas a aplicar um reajuste de 6,396% em suas tarifas.

Mal necessário?

Pagar pedágio é algo desagradável para os motoristas. Primeiro porque você paga vários impostos para o Governo que administra muito mal as suas Rodovias. Quando resolve tapar buracos, aumentar as faixas e fazer acostamento normalmente é em época de eleição ou depois de muitos protestos e cobranças.

Com tudo isso, as Rodovias terceirizadas são muito melhores do que as administradas pelo Governo. Notem que todas elas são seguras, com ótimo asfalto e espaçosas. Há poucas reclamações dos motoristas. Nem pode se comparar com as porcarias da maioria das Rodovias Federais, por exemplo…

Mas o aumento do pedágio tem que trazer ao menos algum benefício. O preço cobrado já é caro e a boa manutenção tem que ser mantida.

Saiba mais:

Pedágios e passagens interestaduais têm reajuste

Pedágios ficam mais caros nas estradas de São Paulo

(Lielson Tiozzo)

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