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Archive for the ‘violência’ Category

A universitária Flaviana Barbosa, de 27 anos, foi atropelada na noite da última sexta-feira, 26, quando andava de motocicleta com seu namorado por uma rodovia de Araraquara (SP).  Ela está internada no Hospital Beneficência Portuguesa da cidade em coma induzido. Já o namorado sofreu apenas ferimentos leves.  

Flaviana estava na garupa no momento em que a motocicleta foi atingida por um carro conduzido em alta velocidade.  Segundo testemunhas, a universitária ficou presa junto ao eixo do veículo e foi arrastada por quase 1 km.

Ainda segundo a versão dos testemunhas, o motorista do carro não parou para prestar socorro, mesmo com o aviso de outros condutores.

Admilson Alves de Oliveira foi detido na madrugada de sábado, 27, e levado inicialmente para a cadeia de Rincão (SP), onde se recusou a fazer o teste do bafômetro e exame de sangue.  Mas, de acordo com a Polícia, o infrator apresentava sinais de embriaguez.

Na manhã desta segunda, Oliveira foi transferido para o Centro de Detenção Provisória (CDP) de Araraquara.

Em depoimento, Oliveira alega “não ter visto” a moça presa junto ao eixo do seu carro e por isso não parou para prestar socorro.  

Já o pai de Flaviana, o aposentado João Batista Barbosa Neto, de 63 anos, se diz “inconformado” com o acidente.

“Foi algo que não é normal, uma monstruosidade, o motorista sabendo que tava o corpo (da universitária) de lado, arrastando”, lamenta Barbosa.

O aposentado contou que, segundo médicos, o quadro de saúde de Flaviana “está instável desde sexta-feira, nem melhorou e nem piorou”.

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 (Lielson Tiozzo)

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Domingo, 14 de setembro, aproximadamente 12h45. Dia de céu nublado em São Paulo. Saio do curso preparatório para mesários das eleições para prefeito e vereadores de 2008, na Avenida Liberdade. Antes de por os pés na via, uma rápida ligação para a minha querida Paola.

Resolvo ligar meu MP3 e coloco os fones no ouvido. Poucas passadas adiante, já na avenida pouco movimentada, um sujeito careca, branco, de mais ou menos 1,85 m, me aborda.

– “Você pode me informar onde é um endereço?”

– “Sim”. Respondo de maneira educada e atenciosa, já me aproximando.

Neste instante, ele enfia a mão dentro de uma mala com alças curtas e como se estivesse segurando uma arma, discursa: – “você tem que me dar seu dinheiro, eu preciso pegar um ônibus. E vamos andando, porque eu não tenho nada a perder. Se for preciso eu te mato”.

Começo a andar para o sentido da Praça da Sé. Um pouco trêmulo e muito assustado, coloco a mão no bolso direito da calça para pegar a carteira.  E o sujeito continua seu discurso ladino:

– “Acabo de sair da cadeia e não tenho nada a perder. Sou portador do vírus da Aids. Se você for fazer algo que vá me prejudicar, eu te mato. Assim pelo menos eu sairei no jornal”.

Entrego a ele algumas moedas. Não sei ao certo, mas acho que uns R$ 4 ou R$ 5. Pensei: “poxa, não sei se ele tem uma arma de verdade, mas não vou dar a minha carteira assim tão fácil”.

-“Vamos entrar naquela rua. É por ali que você vai embora. Ali não tem como você me ‘prejudicar’ “. Prossegue o sujeito, mostrando com os olhos a rua que eu devia entrar.    

Quando viro na rua escolhida por ele, acabo pisando fora da calçada. O sujeito se revolta e pede para eu andar bem próximo dele.

Reparo que é uma via bem tranqüila. Todos os pontos de comércio estavam fechados e não havia ninguém para me socorrer. Era um local perfeito para o assalto. Nisso, ele fala o real objetivo de sua abordagem:

– “Deixa eu ver seu celular! O que você está ouvindo aí?”

Quando mostro meu celular, um aparelho da Nokia, dos mais baratos e simples, vejo a cara de reprovação do sujeito.

-“É da TIM?”

-“Não. É da Vivo”. Respondo para a tristeza do sujeito.

 Ele quis ver meu “MP3”, mas quando viu que nem era um MP3 de verdade, mas sim gravador com aparência bizarra, desiste.

-Vai embora e nem olha para trás.

Final das contas: Isso é um assalto ou um meio-assalto? Afinal, o objetivo do sujeito era roubar meus aparelhos. Mas quando viu que eles eram de pouco valor, resolveu até me “esnobar”.

Também fica um alerta para todos os paulistanos. Não há hora, nem local para ser assaltado. Basta você, por algum motivo, chamar a atenção, que já correrá risco.

Nenhum prefeito que eu vou de duas formas ajudar a eleger, porque vou trabalhar na eleição e também vou votar, vai nos dar mais segurança. Tenho certeza disso!

Pena que poucos têm a sorte que eu tive…

(Lielson Tiozzo)

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O ex-presidiário Antonio Gomes Francisco, de 40 anos, se matou ao atirar contra a própria cabeça depois de manter sua família como refém por mais de 17 horas, em Serra, na Grande Vitória (ES), nesta sexta-feira, 29.

Francisco manteve confinou da casa da ex-sogra, a ex-mulher, seu filho – um bebê de 3 meses – e a ex-cunhada, desde às 14h da quinta-feira, 28.

A ex-mulher conseguiu escapar da casa, em um momento de distração de Francisco. Sem a principal refém, o ex-presidiário disparou um tiro na própria cabeça.

 O bebê havia sido liberado nas primeiras horas da noite de quinta-feira, em troca de um refrigerante

Segundo a Polícia, Francisco estava inconformado com a separação, ocorrida há 15 dias.

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(Lielson Tiozzo)

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Uma mãe de 18 anos foi presa em flagrante na madrugada desta quarta-feira, 27, por ser suspeita de atear fogo em suas duas filhas na casa onde morava, em Parelheiros – Zona Sul de São Paulo.

A Polícia ainda investiga o caso, mas a principal hipótese é de que o crime foi cometido após uma briga da jovem Ana Carla com o marido, o mecânico Paulo Lopes dos Santos Júnior, de 21 anos.

Emeli, a filha mais nova de 3 meses, morreu carbonizada no local. O Corpo de Bombeiros foi acionado, mas nada pôde fazer. 

Já Evelim, de 1 ano e 4 meses,  foi socorrida por vizinhos e está internada em estado grave na UTI do Hospital Estadual do Grajaú.

A menina teve 18% do corpo queimado, com queimaduras de segundo grau, a maior parte na cabeça e nos membros superiores.  Ela está sedada e respira com a ajuda de aparelhos. 

Ana Carla foi encaminhada para o 25º Distrito Policial, em Parelheiros. De acordo com a polícia, ela deve ser transferida ainda nesta quarta para um Centro de Detenção Provisória.

Versão dos vizinhos

Ana Carla teria confessado o crime aos vizinhos. Seu marido, Paulo, teria dito que sairia de casa. Para impedir a ação, a jovem ameaçou colocar fogo nas filhas.

Por volta das 23h, os vizinhos perceberam uma movimentação estranha na casa de Ana Carla. A jovem saiu para a rua e contou que tinha matado as duas meninas. Os vizinhos tentaram apagar o fogo, mas só conseguiram salvar Evelim.

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(Lielson Tiozzo)

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Foram presos na madrugada desta terça-feira, 12, os empresários Nicolau Archilla Galan, de 81 anos, e seu filho Renato Grembecky Archilla, de 49 anos. Eles são acusados de serem os mandantes da tentativa de assassinato da pulicitária Renata Guimarães Archilla, de 29 anos, em dezembro de 2001.

Pai e filho foram levados  ao Deic, mas devem ser encaminhados ao Centro de Detenção Provisória do Belém. Segundo o promotor do caso, Roberto Tardelli, o crime foi encomendado pelo avô paterno de Renata, Nicolau Archilla Galan, para evitar pagamento de pensão à jovem.

Os Archillas alegam inocência, mas a polícia não tem dúvida de que eles foram os mandantes do crime, uma vez que travaram com a publicitária uma batalha de mais de 10 anos, para que ela fosse reconhecida como da família. “A investigação de paternidade demorou mais de 10 anos, quatro exames de DNA foram feitos. Isso acabou fazendo com que eles (os dois acusados) ficassem cada vez mais apreensivos”, explica o promotor Tardelli.

O crime

A tentativa de assasinato ocorreu no dia 17 de dezembro de 2001, por voltas das 9h15. Renata estava parada dentro de seu carro, num semáforo na região da zona sul de São Paulo, quando um homem vestido de papai noel encostou no veículo e efetuou quatro tiros contra a moça. Três acerteram seu rosto e outro seu pulso esquerdo.

“Parei o carro, ele me encarou. Achei estranho e, sem falar nada, começou a atirar”, conta a vítima.

A publicitária teve que passar por sete cirurgias para reconstituir seu rosto, e a última foi em junho deste ano. “Perdi todos os dentes da arcada superior e tive de fazer um implante de osso na boca”, explica Renata.

Além de ter o rosto afetado, ela possui ainda uma bala alojada na coluna e perdeu 40% da sensibilidade da mão esquerda, onde levou um tiro.

O “papai noel”

O homem vestido de papai noel que atirou em Renata, é José Benedito da Silva, um ex-polícial militar da cidade de Sorocaba. Ele foi o único julgado até agora e já foi condenado por duas vezes, sendo a última em julho de 2006, quando foi condenado a 13 anos e 4 meses de prisão.

De acordo com as investigações da polícia, os mandantes do crime são de fato o pai e o avô de Renata Guimarães, por isso a juíza Michelle Porto de Medeiros Cunha determinou a prisão preventiva dos dois suspeitos.

Para Renata a prisão dos dois deu um grande alívio a ela, que atualmente mora em Santa Catarina, onde reconstruiu sua vida. Disse ainda que não sente raiva dos dois, mas espera que a Justiça seja feita, pois já sofreu muito.

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(Paola Peres)

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Mohammed D’Ali Carvalho dos Santos, 20, irá a júri popular e poderá pegar até 36 anos de prisão. O jovem foi indiciado nesta sexta-feira, 8, por crime hediondo. Ele é acusado de matar e esquartejar a estudante inglesa Cara Marie Burke, de 17 anos, no último fim de semana de julho.

No inquérito policial 298/2008, finalizado na útima sexta, a polícia goiana também indiciou Cristiano Cardoso da Silva, de 27 anos, amigo de Mohammed, responsável por emprestar o veículo com o qual D”Ali transportou o corpo da britânica.

Cristiano será julgado pelo crime de ocultação de cadáver, com pena que varia de um à três anos de prisão.

O inquérito de 127 páginas detalha como Mohammed cometeu o crime e os instrumentos utilizados para cortar o corpo de Cara. Conta também os locais exatos onde as partes foram deixadas.

Mohammed diz que é sustendado pela mãe. De Londres, onde mora e trabalha, a mãe envia R$ 2 mil mensais para ele pagar seus custos de vida. Não há registros de emprego do rapaz em Goiânia (GO). 

Apesar de se apresentar com estudante, o nome de Mohammed não consta na lista de matriculados dos colégios da cidade. Contudo, ele tem bom conhecimento dos idiomas inglês e espanhol, além de ter morado nos Estados Unidos e na Inglaterra.

O delegado que conduziu a investigação do caso, Jorge Moreira, não acredita na inocência de Mohammed.  “Ele dissimula estar arrependido mas se aproveitou do elemento surpresa para matar a garota inglesa de forma cruel, sem chances de defesa, e depois esquartejou o corpo de forma macabra”, afirmou o titular da Delegacia de Homicídios de Goiânia.

Traslado custeado por doadora

O traslado do corpo de Cara Marie Burke para a Inglaterra será financiado por uma doadora inglesa. A mulher, que pediu para não ser identificada, ficou perplexa com o caso e decidiu ajudar a família da jovem assassinada.

Segundo a chefe da assessoria governamental, Elie Chediac, o Governo de Goiás conseguiu reduzir valor do traslado de US$ 6,5 mil para US$ 3,5 mil. Mesmo assim, o valor era considerado alto para a família de Cara.

“Ela (a mãe de Cara) está muito preocupada com o retorno do corpo da filha para a Inglaterra, mas não tem como pagar o traslado. Felizmente apareceu uma doadora”, disse Elie.

O traslado deve acontecer na próxima semana. A forma como o corpo será transportado, cremado ou da forma como está, ainda não foi decidida.

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(Paola Peres e Lielson Tiozzo)

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O Corpo de Bombeiros de Goiânia (GO) localizou nesta segunda-feira,4, aquela que pode ser a cabeça da jovem inglesa Cara Marie Burke, assassinada e esquartejada no último final de semana de julho.

A parte do corpo da menina de 17 anos foi encontrado no Ribeirão Sozinha, em Bonfinópolis, a cerca de 30 km da capital goiana.

Segundo o responsável pela Delegacia de Homicídios de Bonfinópolis, o delegado Carlos Raiumundo Batista, a possível cabeça de Cara foi levada para o Instituto de Medicina Legal (IML) de Goiânia, onde será analisada.

Todos os fragmentos encontrados serão comparados geneticamente com o perfil molecular da vítima, enviado à Polícia brasileira pela Interpol de Londres.

Ainda nesta segunda-feira, os bombeiros encontraram dois braços dentro de dois sacos plásticos, que podem ser de Cara. 

Segundo o delegado Batista, ainda resta encontrar a perna direita da jovem inglesa.

O principal suspeito pelo crime, o estudante Mohammed D’Ali Santos, de 20 anos, mostrou frieza em suas entrevistas. Ele chegou a afirmar que não se arrepende e que foi “igual cortar bife, só que fede sangue”. 

A Polícia já abriu inquérito e junta provas que confirmam o crime cometido pelo acusado.

Veja a entrevista de Mohammed clicando aqui! 

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(Lielson Tiozzo)

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